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sábado, 6 de outubro de 2012

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

te extraño como loca

Te extraño,
Como se extrañan las noches sin estrellas
Como se extrañan las mañanas bellas
No estar contigo por Dios que me hace daño 

Ay, Te extraño,
Cuando camino, cuando lloro, cuando río
Cuando el sol brilla, y cuando hace mucho frío
Por que te siento como algo muy mío

Por Dios, te extraño
Como los árboles extrañan el otoño
En esas noches que no concilio el sueño
No te imaginas amor
Cómo te extraño




Ay, Te extraño
Y En cada paso que siento solitario
Cada momento que estoy viviendo a diario
Estoy muriendo mí amor
Porque te extraño

Te extraño
Cuando la aurora comienza a dar colores
Con sus virtudes y con todos sus errores
Por lo que quieras , no sé
Pero te extraño

Diego El Cigala

domingo, 28 de agosto de 2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

eu???!!!!


"Eu nunca fui uma moça bem-comportada.
Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida, pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal resolvido, sem soluços.
Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo. Não estou aqui pra que gostem de mim. Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho. E pra seduzir somente o que me acrescenta!
Adoro a poesia e gosto de descascá-la até à fractura exposta da palavra.
A palavra é meu inferno e minha paz.
Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que me deixa exausta.
Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo.
Sei chorar toda encolhida abraçando as pernas.
Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou com qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar…
Eu acredito é em suspiros, mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis, em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida a gente.
Acredito em coisas sinceramente compartilhadas.
Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma, no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo.
Eu acredito em profundidades.
E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos.
São eles que me dão a dimensão do que sou."

M. de Queiroz